Observatório ODS 18 e ACNUDH alinham agenda conjunta por direitos humanos e igualdade racial

O Observatório ODS 18 participou, no dia início do mês, de uma reunião virtual com a assessora de direitos humanos do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos no Brasil (ACNUDH), Angela Pires. O encontro contou com a presença da coordenadora do Observatório, Maria do Carmo Rebouças, e do pesquisador Pedro Monteiro, responsável pelo eixo de internacionalização do Observatório. A pauta principal foi a formalização de novas ações no âmbito do acordo de cooperação já firmado entre as instituições.

Durante a reunião, o Observatório apresentou os avanços na territorialização do ODS 18 de Igualdade Étnico-Racial no Sul da Bahia, e compartilhou os projetos voltados à internacionalização da agenda, com destaque para a produção de notas técnicas, do curso de advocacy internacional e da disseminação de conhecimento sobre os mecanismos de direitos humanos e antirracismo da ONU junto à sociedade civil brasileira.

Na ocasião, foram definidos os seguintes pontos para o plano de trabalho conjunto:

  • Realização de evento remoto ou híbrido para divulgação do relatório da visita ao Brasil da Relatora Especial da ONU sobre as formas contemporâneas de racismo, em parceria com o Instituto Raça e Igualdade e a organização Criola;
  • Parceria com o ACNUDH na próxima edição do Curso Justiça Racial e Advocacy Internacional, incluindo a participação da representante no Brasil, Angela Pires, como palestrante;
  • Inserção do Observatório em evento da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), viabilizado por edital do Ministério da Igualdade Racial (MIR) e do CNPq.

Pires também apresentou contribuições ao glossário do ODS 18, com destaque para a inclusão do termo “racismo ambiental” e sobre a necessidade de garantir uma linguagem alinhada à realidade brasileira. Ela reforçou a importância para que o trabalho com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável(ODS) possa refletir as desigualdades locais e promover maior engajamento da sociedade civil nos espaços multilaterais.

Por fim, discutiu-se a construção de um novo acordo de cooperação voltado ao fortalecimento da participação de estudantes em mecanismos de direitos humanos, com vistas a ampliar a presença brasileira nos debates internacionais sobre equidade racial.

Respostas de 5

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